Sem noção de amor fraterno// O homem agride o irmão,// Num ato que mostra o inferno// Que trás em seu coração.

Rosa Regis Brincando com os Versos

Pensares que se transformam //espalhando poesia, //pegam carona no vento// enchem meu ser de alegria

Textos


HÉRCULES/HÉRACLES
(pretenso cordel da mitologia greco/romana)


 
(HÉRCULES, PERSONIFICAÇÃO DOS IDEAIS DE FORÇA E DE CONQUISTA DOS GREGOS)

Filho de Júpiter e Alcmena,
O deus que mais engendrou
Filhos na Mitologia
E que mulheres amou.


HÉRCULES,
NASCIDO DE UMA MENTIRA


O quarto está muito escuro!
Nenhum movimento há
É uma noite sem barulho,
Sem estrelas, sem luar.

Sozinha, Alcmena pensa
No meio da escuridão,
Ansiosa, com saudades
Do marido Anfitrião.

Sabe que está guerreando
Como ela mesma queria,
Com Ptérela e os táfios,
Tal qual disse que faria.

É uma guerra que a Alcmena,
O esposo havia jurado
Que faria por vingança
Da morte do seu cunhado.

Ela, agora, com saudades
Que está do seu marido,
Arrepende-se, de verdade,
De ter-lhe feito o pedido.

Naquele instante, assustada
E imóvel, pois está vendo
Uma sombra que se aproxima
De casa, fica tremendo.

Os movimentos de um homem
De enormes mãos, a abrir
A janela, a faz gritar.
Porém, em seguida, ri.

Pois aos ver quem está entrando
Pela janela, então,
Alcmena, aliviada,
Reconhece: é Anfitrião.

E ele volta do combate
Com muito amor pra lhe dar!
Sorridente! Carinhoso!
Com histórias pra contar.

Mas, sem entender por quê,
Ela fica desconfiada:
É o rosto e a voz do esposo
Mas algo a deixa assustada.

Algo lhe diz que o homem
Que a visita em seu lar
Não é o seu companheiro.
Mas não tem como provar.

Anfitrião não percebe
Ou finge não perceber,
Contando estórias de guerra,
Busca à esposa entreter.

Para provar o que diz,
Dá-lhe uma taça do inimigo
De Ptérela, que tirou-lhe
Quando este foi vencido.

Diante disso, Alcmena
As carícias dele aceita,
Reprimindo suas dúvidas,
Com o marido se deita.

Porém, só muito mais tarde
É que ela entende. E rejeita
Que estava certa quando
Da sua vaga suspeita.

O homem que a visitou
Naquela ocasião
Era Zeus – o rei dos deuses.
Não era Anfitrião.

É que Júpiter, apaixonado
Pela mortal, se faria
Passar pelo seu esposo
E em sua casa entraria.

-
E insaciável que é,
Zeus fez a noite durar
Três dias, proibindo o Sol
De surgir e atrapalhar.

Foi no meio da mentira
Que o deus Júpiter forjou,
Para ter pra si Alcmena
Que a Héracles gerou.


Hércules é um herói que conta com a
proteção De Zeus (seu pai), mas, também,
com o ódio de Hera, a esposa deste


Nem mortal, nem imortal,
O seu pai divino lhe dá
A proteção que precisa
Para de Hera escapar.

Mas para a “glória de Hera”
Que, em grego, significa
Hércules, ele paga um preço
Alto – que o sacrifica

Pois, de início, acredita-se
Que ele se chamava Alceu
Ou Euclides, como o avô,
Pai do pai que conheceu.

Mas depois vem-se a saber
O que Zeus (Júpiter) aprontou
E Alceu, o escravo de Hera,
Em Héracles se tornou.
 


Retornando ao nascimento de Héracles
(Hércules)que já nasceu sofrendo


Quando Anfitrião voltou
Da guerra todo feliz
Não entende o que Alcmena,
A sua mulher, lhe diz.

Pois ela, sem entender
A sua grande euforia,
Afirma-lhe que em casa
Há muito ele estaria.

Ele, já desconfiado,
Procurou o adivinho
Tirésias. E seu coração
Averdade encheu de espinhos.

>..>>>>

Louco de ciúme, o marido
De Alcmena, em seu furor,
Espanca-a e decide matá-la.
Mas Zeus vem em seu favor.

Faz chover, apagando o fogo
Que Anfitrião, nela, ateou,
Salvando Héracles, e Íficles
Que anfitrião engendrou.

Héracles, filho de Zeus.
Íficles, de Anfitrião.
Este, sem demora, nasceu!
Mas o filho de Zeus, não.

É que Hera, cheia de ódio,
Sua filha, Ilítia, mandou.
Que, ao nascimento do herói,
Ao seu mando, retardou.

E com o auxílio das Moiras,
Mensageiras do Destino,
Por nove dias e noites,
Sofrem: a mãe e o menino

Pois, com mãos e pés cruzados,
Em nó, as moiras impediam,
Magicamente, o parto.
E o menino não nascia.

Uma amiga de Alcmena,
Galíntia, para ajudar
A amiga, às emissárias
De Hera tenta enganar.

Finge-se alegre e surpresa,
O que à deusas, surpreendeu:
Dizendo que, apesar de Hera,
O filho de Zeus nasceu.

Na mesma hora, Ilítia
E as Moiras descruzaram
Pés e mãos. E indo embora,
A Alcmena liberaram.

Nasce, finalmente Hércules.
Mas, qual será seu destino?
Sem o carinho da mãe
Desde muito pequenino?!

Pois Alcmena sabendo
Que outra forma não há
De protegê-lo do ódio
De Juno, o enjeitará.

Chorosa, pega seu filho
E, num lugar abrigado
De uma planície, entre arbustos,
Abandona o pobre coitado.

E para casa, angustiada,
Implorando a piedade
Dos deuses, volta Alcmena
Cheia de dor e saudade.

-
E enquanto o seu coração
Quase não suporta a dor
Pela triste separação,
Vamos ao que se passou:

Hércules, inocentemente
Dorme, sem nada temer,
Na planície que o seu nome
Um dia viria a ter.

E, por obra do destino,
Vão passando por ali
Juno, a esposa de Júpiter,
Com Minerva junto a si.

E Juno não reconhece
O bebê como o enteado,
Mas, Minerva que sabe tudo,
Fica de bico calado

E, premeditadamente,
Diz pra Juno amamentá-lo,
Pois, sábia que é, tem em mente,
Assim, imortalizá-lo.

E a rainha do Olimpo,
Encantada com o bebê,
Dá-lhe o seio – ao qual Hércules,
Faminto, vem a morder.

Com a dor, Juno enfureceu-se.
Atira-o longe! E se afasta.
E o seu leite sobe ao Céu
Formando a Via Lactea.

Minerva pega a criança
E leva-a para a mãe criar
Dizendo-lhe: Juno a persegue
Mas Júpiter a protegerá.


Hércules, ainda menino, comete o primeiro
crime e defende-se brilhantemente a si
mesmo diante do Tribunal

Confiado ao mestre Lino
Que procura lhe ensinar
As noções de melodia
E de letras, ele o matará.

Depois de uma discussão
Com o mestre, enfurecido,
Pega a lira e atira nele
Como que enlouquecido.

Enfrenta um Tribunal severo,
A si mesmo defendendo,
E consegue a absolvição
Como estava pretendendo.

E aquele crime inútil,
Da mente, ele, enfim, tirou.
Mas Anfitrião, inseguro,
Para o campo o enviou.

E ali no campo ele cresce
Aprendendo. E está feliz.
Mas o futuro lhe espera
Com o que o Destino quis.


Hércules enfrenta o leão de Citerão

O povo de Citerão
Está todo em casa, trancado,
Enquanto que os rebanhos,
Indefesos, são dizimados.

É a fera da floresta,
O leão de Citerão,
Que ataca e assusta a todos
Pondo-os sem qualquer ação.

E nem Téspio, o soberano
Do lugar, que oferece
Recompensas valiosas,
Aos caçadores convence.

E aí, aparece Hércules,
Que no campo estava vivendo
Desde a época do julgamento,
Ao, do fato, ficar sabendo.

Oferece seus serviços
Para o povo libertar
Das ameaças constantes
E prepara-se para lutar.

Téspio fica aliviado.
Em seu palácio o recebe,
Oferecendo-lhe as filhas
Com as quais Hércules concebe.

São cinqüenta, as filhas de Téspio,
As quais, a Hércules, ele oferta
Para que nelas o herói
Gere guerreiros, na certa.

E durante cinqüenta dias
Hércules, incansável, acossando
A fera, seu comportamento
E seus hábitos vai estudando:

Estuda a forma propícia
Do ataque e a adequada
Hora pra que sua ação
Seja bem aproveitada.

E durante cinqüenta noites
Às princesas Hércules ama,
Dando a Téspio a descendência
De bravos, à qual ele aclama.



Chega o momento da luta

Maça(*) em punho, o herói embrenha-se
Na mata de Citerão
E depara-se, frente a frente,
Com a grande fera – um leão.

Um combate corpo a corpo
Entre herói e fera se trava,
E o corpo daquele sangra
Quando as presas este lhe crava.

Brados de ira e de dor
Ressoam pela floresta,
Mas o grande vencedor
É Hércules. Isto se atesta.

E ele retorna à cidade,
Recebendo a gratidão
E os aplausos do rei
E de toda a população

Pois realizou, com glória,
Sua primeira façanha
Numa luta, na qual ganha
Do leão de Citerão.

É sua primeira vitória.
-

NESSO e o falso filtro do amor

O rio Eveno está sujo:
Em si boiam animais
Afogados e plantas mortas,
Representando sinais
De que ele será palco
De tragédias descomunais.

Pois Nesso, o centauro feio
Que em suas margens mora,
Meio homem e meio cavalo,
De alma humana, que deflora
Com violência as mulheres,
Apaixona-se agora.

Transportando os viajantes
De uma margem a outra do rio
Sem que ninguém lhe agradeça
Ou sequer dê-lhe um sorriso,
Nesse dia, Dejanira
Provocou-lhe um desvario.

E com o amor furioso
Que lhe é peculiar,
Violentamente ele tenta
Com Dejanira transar.
Esta grita. E surge Hércules
Que a ouve. E a salvará.

E pegando, rapidamente,
Seu arco e firmando a seta,
Com um disparo certeiro,
No peito de Nesso acerta.
Porém este, antes do fim,
O seu veneno ainda injeta.

Pois que, antes de morrer
A Dejanira implorou
Para recolher seu sangue
Que diz: é o filtro do amor,
Um ungüento que traz de volta
O marido traidor.

Basta que quem o possua
Use-o da forma a seguir:
Unte o corpo do marido
Quando este, um dia, trair.
E Dejanira acredita.
Mas ele está a mentir.

E, embebido num retalho,
Dejanira guarda consigo
O sangue do moribundo
Que imaginara arrependido.
Sem saber que está retendo
A vingança do inimigo.


Hércules, escravizado à bela Ônfale

O rei de Ecália, seu mestre
Que o ensinou a usar,
Na infância, o arco, agora
O está a acusar
De ladrão de gado. E Hércules
Foge para não matar.

Contudo, Ífito, o filho
Do Soberano, irá
Em busca do herói. E este,
Sem ter como se livrar
Da luta, o enfrenta. E mata-o.
E o seu crime expiará.

Para a Corte de Ceíce,
Na Traquine, levará
Sua amada Dejanira:
Vai pedir a Ptanisa
Para do deus o livrar.

Pois que sabendo, em verdade,
O que o deus tem em mente,
Ele poderá alcançar
O seu perdão. Ele o sente.
Entretanto, a Ptonisa
Recusa-se veementemente.

O herói, assim, deverá
Com sua culpa ficar.
E pelo resto da vida,
Como uma carga, carregar
O pesado fardo que Juno
Lhe deu, para o seu azar.

Irritado, e possuído
Pela loucura que lhe envia
Juno, a esposa de Zeus,
Que o atormenta dia a dia,
Hércules quebra o santuário
E leva a Sacerdotisa...

E aí, Apolo, zeloso
Com a sua Ptonisa,
Fica furioso, assistindo
A tudo, e à Terra desliza,
Atracando-se com o mortal
Em terrível e feroz briga.

Porém, do alto do Olimpo
O grande Júpiter, também,
Vê o combate, e se lança
Da sua morada, e vem
Para o meio dos mortais,
Diante de Si, ninguém.

E, com sua autoridade,
Ordena a separação:
Fazendo-os desculparem-se
E apertarem-se as mãos.
E faz que Apolo lhe revele
A Via da purificação.

Ser vendido como escravo
É a sentença que caberá
A Hércules que, por três anos,
Escravo permanecerá.
E o dinheiro da venda
Para o rei da Ecália irá.

E o filho de Júpiter, agora,
Propriedade vai ser
Da rainha Ônfale, que o leva
Consigo, e que irá fazer
Da sua vida um inferno
Que só vendo para crer.

Ela o humilha de forma
Que o faz sentir-se um nada,
Com a escravidão penetrando
Na sua alma humilhada
Como se fora um mal
Ao qual fora condenada.

Leva-o a trabalhar a terra
E aos rebanhos pastorear.
Aos inimigos de Ônfale,
Como seus, combaterá.
E, vestido, de mulher,
A roca irá manejar.

E ainda, o que é pior,
O deus ainda fará
Que ele ame a sua dona
Numa paixão que será
Feita de agonia e fraqueza,
O que mais o humilhará.

Mas os três anos se vão.
E o cativeiro acaba.
No entanto, a liberdade
Com tanta ânsia esperada,
Dói, quando ele se despede
De Ônfale, sua dona/amada.

Com a vingança em mente,
Em seguida partirá.
E numa guerra sangrenta
A Eucália sitiará,
E invade o palácio do rei
Êurito, ao qual matará.

E não só o rei ele mata,
Mas todos seus descendentes.
E apossa-se da viúva
Do inimigo. E, assim, sente
Que, enfim, está vingado.
E isto o deixa contente.


Hércules morre. Juno perdoa.

Entre prantos e lamentos
Na corte de Ceíce, agora,
Dejanira aguarda Hércules
Lamentando-lhe a demora.
E se perguntando o porquê
Disso, outra vez ela chora.

-Se o seu tempo de cativo
Sob Ônfale já passou,
E a vingança contra Êurito
Também já se consumou!
-Porque Hércules não regressa?
-Talvez tenha um novo amor!

Dejanira sobressalta-se
Com o coração apertado
Pela dúvida que cresce
De que Hércules, seu amado,
Tenha um novo amor e, por isso,
Ainda não tenha voltado.

E, possuída de medo
De perdê-lo, vai procurar
Licas, que o acompanhava
Em todo e qualquer lugar,
E, interrogando-o, obriga-o
À verdade revelar.

E, obrigado, ele diz
Tudo que ela perguntou:
-Hércules uniu-se à Íole,
agora o seu novo amor.
Vivendo feliz com ela.
E por isso é que não voltou.

De início, Dejanira
Ao seu sofrer se entregou.
Depois, lembra que o Centauro,
Nesso, ao morrer lhe deixou
Seu sangue em um pano, e disse
Ser um filtro do amor.

E chega a oportunidade
Que ela tanto esperou
Com uma mensagem que Hércules,
Por alguém, lhe enviou:
Queria que lhe mandasse
Uma veste nova. A mandou.

A veste que Hércules pedia
Era para ele usar
Na consagração a Júpiter
De um grande e belo altar.
E nela Dejanira iria
O filtro do amor usar.

Na túnica nova, a esposa
De Hércules, pois, esfregou
A mágica porção que Nesso,
Ao morrer, lhe ofertou.
E depois, ao marido distante,
O traje ela mandou.

E agora o que lhe resta
É tão somente esperar
Que ele retorne correndo,
Vibrando de amor pra dar.
E ela tem toda a certeza,
Isso não vai demorar.

Enquanto isso, o marido,
Que de nada desconfia,
Recebe a túnica, vestindo-a,
Pois logo se iniciaria
A cerimônia do altar
Que a Júpiter se oferecia.

É o começo do fim.
Pois o pano umedecido
Com o veneno de Nesso,
Ao corpo fica aderido,
Penetrando-lhe na pele
E deixando-o enlouquecido.

Não era o filtro do amor
Que o centauro vingativo
Entregara a Dejanira,
Era o seu ódio ativo.
A morte, com que Nesso, morto,
Presenteia a Hércules, vivo.

E Hércules, enlouquecido
De dor, tenta arrancar
De si a roupa maldita,
No entanto, ao rasgar
O tecido em si aderido,
Sua pele rasgará.

E a carne despedaça-se
Com a roupa envenenada.
Suas entranhas, em fogo,
Estão sendo devoradas.
Não existe salvação.
Sua vida está acabada.

À presença de Dejanira,
Aos gritos, é o herói levado.
Mas não era assim que sonhara
Receber o esposo amado
Que, ardendo, se lhe apresenta
Totalmente transtornado.

E o sofrimento de Hércules
Tão fortemente feriu
Dejanira que, não podendo
Ver o seu sofrer, decidiu
Suicidar-se. E, ali mesmo
Aos seus pés ela caiu.

E no fogo, lentamente,
Hércules agoniza, na dor.
Mas, usando a lucidez
Que num momento aflorou
À sua mente, ele, ao filho
Hilo, pede um último favor.

Suplica que este espose
Íole, deixando-a amparada
Pelo resto de sua vida.
Protegendo, pois, a amada,
Já que ele não poderá,
Por ela, fazer mais nada.

Depois pede que alguém
Lhe acenda uma fogueira
Para que possa expressar
Sua hora derradeira,
Acabando com o fogo invisível.
Com a horrível queimadeira.

Mas ninguém quer atender
Seu pedido, quase prece,
Porém, enfim, seu amigo
Filocfetes, se compadece:
Acende a pira, onde Hércules
Se joga e, assim, fenece.

Ante os olhos perplexos
Da multidão assustada,
Hércules joga-se nas chamas.
E aí, uma trovoada
Enche o espaço. E o herói
Morre sem falar mais nada.

Do fogo, ele sobe ao Céu
Numa nuvem que o levará
Aos deuses do Olimpo,
Na frente dos quais estará
Júpiter, seu pai querido,
Que o imortalizará.

E além de imortalizá-lo,
De Hebe, a mão lhe dará
Como esposa divina.
E aí Juno esquecerá
A velha inimizade.
E como filho o acolherá.

Terminou sua loucura.
Finalmente se cumpriu
O seu destino maldito...
Finalmente Hércules viu
Suas faltas perdoadas;
Juno, sua amiga tornada.
E como imortal, sorriu.


Rosa Regis - NatalRN
(parte de um trabalho final de uma disciplina do curso de Filosofia-Bacharelado, da UFRN)- 2004
Rosa Regis
Enviado por Rosa Regis em 30/08/2006
Alterado em 06/08/2019
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